Na primeira sessão do ano, o vereador Aristeu Nunes (PDT), que exerce o primeiro mandato, apresentou de cara dez requerimentos ao plenário da Câmara Municipal de Presidente Dutra, todos dirigidos ao então governador cassado Jackson Lago que estava prestes de deixar o governo. Pediu estradas, poços artesianos, a construção do prédio da Câmara entre outros. Na época Aristeu encaminhou os requerimentos diretamente ao governador e não à sua chefe política Irene Soares como é de praxe alegando ser amigo pessoal de Jackson. O governador foi cassado, passaram seis meses e o vereador nunca mais tocou no assunto da tribuna da casa, diz apenas que “agora não tem como, pois não sou aliado da Roseana”. Provocado por este blogueiro sobre o porque de não ter dirigido os requerimentos a Irene, ele foi enfático ao dizer que era por causa da amizade que tinha e tem com o agora ex-governador. Perguntar não ofende: Será que a amizade entre Aristeu e Jackson é mais antiga, e mais sólida que a dele com Irene?

Por falar nisso…

O mais engraçado de tudo isso é que o clã dos “Nunes” só usa suas amizades para conseguirem algo em benefício próprio. Aristeu, Zezão e companhia se valeram de algumas amizades dentro do atual governo (Roseana) que tanto “esculhambaram” para conseguir uma boquinha na Secretaria Estadual de Minas e Energias para Lucas Moraes Nunes Martins irmão de Aristeu . Nunes, como é mais conhecido, é estudante de medicina do CEUMA e foi o primeiro balaio de Presidente Dutra a ser nomeado no novo governo, fato denunciado em primeira mão (clique aqui) por este blogue. No sitio do DOE (www.diariooficial.ma.gov.br) ainda consta a nomeação de Lucas Nunes Martins como Assessor Especial da Secretaria de Minas e Energia símbolo DGA com salário em torno de R$ – 2.600,00 (Dois mil e seiscentos reais). Este fato acaba o discurso de Aristeu e Zezão contra governadora Roseana Sarney mesmo que Nunes seja exonerado. E não adianta dizer que não têm nada a ver com isso e que o emprego é fruto da amizade de Nunes com o filho de Fufuca Dantas não. A esperteza já ficou comprovada. A ética e o bom senso recomendam que não era nem pra terem aceitado tal nomeação.

Ricardo Murad, Secretário Estadual de Saúde
Ricardo Murad, Secretário Estadual de Saúde

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) lança, nesta segunda-feira (6), o edital de licitação para a construção no interior do Maranhão dos 64 hospitais com enfermaria para 20 leitos, que estão previstos na primeira etapa do Programa Saúde é Vida. O anúncio foi feito, nesta sexta-feira (3), pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, durante coletiva à imprensa realizada na sede do órgão, no Calhau. Segundo ele, as empresas de engenharia interessadas terão cerca de um mês para se habilitarem ao processo licitatório, uma vez que a licitação está marcada para o dia 8 de agosto, às 14h, no auditório da SES. Conforme o edital, os 64 hospitais foram divididos em seis lotes, cada um contendo, em média, 11 projetos. Só nesta fase do Saúde é Vida, serão gastos quase R$ 116 milhões.  A previsão é que em até 70 dias, os projetos comecem a sair do papel. O Programa Saúde é Vida, lançado pela governadora Roseana Sarney, em maio, prevê o investimento de R$ 350 milhões, na área da saúde, direcionados à construção de novas unidades, reforma e ampliação de outras já existentes, aquisição de equipamentos e ainda a transferência de aporte financeiro aos municípios com dificuldade de manutenção da sua rede de saúde. Seguindo o plano de trabalho do Programa, Ricardo Murad reuniu todos os prefeitos beneficiados com as ações para esclarecer e tirar dúvidas acerca das ações do Saúde é Vida. Depois os gestores municipais procuraram a Secretaria para assinar os termos de adesão ao Programa. Foi montado um espaço exclusivo para o atendimento aos prefeitos. Ricardo Murad informou que os prefeitos precisaram apresentar a documentação de um terreno regularizado, com serviços públicos de água e luz disponíveis. “A SES construirá hospitais nos municípios onde não existem leitos. Tanto a construção, quanto a aquisição dos equipamentos ficará por conta do governo estadual. Finalizada a obra, faremos a doação ao município e ainda daremos apoio para a manutenção das unidades”, explicou. O projeto básico dos hospitais com 20 leitos será executado em um terreno total de no mínimo 5.000 metros quadrados, sendo 1.237,85 metros quadrados de área construída. As unidades contarão com atendimentos de urgência e ginecológico, centro cirúrgico, central de consultas, farmácia, serviço de exames laboratoriais e radiologia, além de imunização e triagem, entre outros.

A Universidade Estadual do Maranhão (Uema), por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação (UemaNet) prepara-se para oferecer o primeiro curso de especialização na modalidade a distância: Educação do Campo. O edital previsto para ser publicado no segundo semestre de 2009. O curso será destinado a docentes e aos profissionais inseridos no mercado de trabalho dentro da perspectiva da Educação Continuada, em 20 pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) no Maranhão. O curso vai possibilitar o acesso à formação continuada, a partir de uma educação contextualizada às realidades campesinas. Tem, inda, como objetivo colaborar na preparação de um perfil profissional que esteja em conformidade com as diretrizes do setor pedagógico eficiente. A especialização será desenvolvida de forma bimodal e modular, compreendendo duas fases: uma presencial e outra a distância. “Espera-se, assim, proporcionar a constituição de uma comunidade de aprendizagem em rede, sob os princípios da cooperação, respeito e autonomia, importantes no Sistema EaD”, ressalta a coordenadora da Especialização em Educação do Campo, Ilka de Sousa. Com carga horária de 420 horas, o curso, na fase a distância, será ministrado por meio de material impresso e de Ambiente Virtual de Aprendizagem (Ava/Moodle). Mais informações – 0800 280 2731.

send_binaryBRASÍLIA – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira (1º), durante sessão extraordinária, o calendário eleitoral das eleições de 2010. O primeiro turno está marcado para o dia 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, para o dia 31, último domingo de outubro. No pleito de 2010, os eleitores vão escolher o novo presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais – no caso do Distrito Federal, deputados distritais. Haverá segundo turno para os cargos de presidente e governador, somente nos casos em que os primeiros colocados no dia 3 de outubro não atingiren mais de 50% dos votos válidos. De acordo com o calendário, os candidatos terão somente até dia 3 de outubro deste ano para se filiarem ao partido pelo qual pretendem disputar a eleição. Até esta data, todas as legendas deverão ter obtido o registro de seus estatutos no TSE, para que estejam aptas a participarem da eleição. As convenções partidárias para a definição dos candidatos deverão ser realizadas entre 10 e 30 de junho do ano que vem e o limite máximo para o registro de candidaturas será o dia 5 de julho. As entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública sobre a eleição ficarão obrigadas a registrá-las na Justiça Eleitoral a partir do dia 1º de janeiro de 2010.
Propaganda
A propaganda eleitoral ficará permitida a partir do dia 6 de julho do ano que vem, sendo que o TSE permitiu a distribuição de material de propaganda política e a realização de passeatas e carreatas até o dia 2 de outubro, véspera da eleição. Já a propaganda paga na imprensa escrita só poderá ser divulgada até 1º de outubro, enquanto em páginas institucionais na internet terão de ocorrer até o último dia de setembro. O TSE também definiu que a propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV começará a ser exibida no dia 17 de agosto, com o término previsto para 30 de setembro, três dias antes do pleito. Nas cidades em que houver segundo turno, a propaganda eleitoral gratuita terá de começar até o dia 16 de outubro e será veiculada até o dia 29 do mesmo mês. Os cidadãos que ainda não possuem título de eleitor terão até 5 de maio para pedir a inscrição. Essa também será a data limite para o pedido de transferência de domicílio e para os portadores de necessidades especiais pedirem a transferência para uma “seção especial”. Os pedidos de segunda via do título poderão ser feitos até 23 de setembro de 2010.

SÃO LUÍS – A Fundação Carlos Chagas divulgou nesta sexta-feira, 19, o gabarito das provas de técnico judiciário e analista judiciário do concurso realizado para preenchimento de cargos no Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão. As provas foram realizadas no último domingo, 14. O resultado com os aprovados no concurso deve sair no dia 29 deste mês. Eles serão chamados para ocupar os cargos vagos. Em função da aprovação de projeto de lei que cria novos cargos, que deve ser sancionado pelo presidente da República, mais vagas devem ser criadas. Inscreveram-se 31.946 candidatos (18.758 para técnico e 13.188 para analista). Desses, 5.522 não compareceram para as provas, sendo 3.122 (técnico) e 2.400 (analista). O cargo de técnico judiciário – área administrativa, com 16.418 inscrições, foi o que teve maior número de candidatos inscritos. O segundo cargo mais concorrido foi o analista judiciário – área judiciária (com formação em Direito), com 5.317 inscritos; o terceiro foi o cargo de analista judiciário – área administrativa (com formação em qualquer curso de nível superior), com 3.935 inscrições; e o quarto foi o de analista judiciário – especialidade execução de mandados (formação em Direito), com 1.393 inscritos. Para os demais cargos de analista (nível superior) inscreveram-se 446 candidatos para a especialidade contabilidade, 438 em medicina, 739 em odontologia, 238 em engenharia, 142 biblioteconomia e 540 em tecnologia da informação. Para os cargos de técnico (nível médio), nas especialidades enfermagem e tecnologia da informação inscreveram-se 1.757 e 583 candidatos, respectivamente.

 

Todas as informações sobre o concurso disponíveis no site da Fundação Carlos Chagas. Com informações do Imirante.com

sarney-pec-vereadores.jpgBrasília – O Plenário do Senado aprovou na noite desta quarta-feira, em segundo turno, por 56 votos a 6, a proposta de emenda à Constituição (PEC 47/08) que altera os limites de gastos das câmaras de vereadores, mas abre brecha para a promulgação de outra emenda, que recria as 7.343 vagas de vereadores que tinham sido extintas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Na votação em primeiro turno, também nesta quarta, foram 62 votos a favor e quatro contra. A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados. Sob pressão de vereadores suplentes que vinham atuando pela aprovação da emenda na esperança de assumir os mandatos, o Senado amenizou os cortes de repasses, fixando limites mais favoráveis aos Legislativos municipais do que aqueles aprovados antes pela Câmara. A proposta da Câmara, de 2008, vinculava os repasses às receitas municipais, com teto de 4,5% e piso de 2%. O Senado voltou a vinculá-los ao número de habitantes das cidades, como já estabelece hoje a Constituição, mas com novos percentuais: teto de 7% e piso de 3,5%. O teto atual é de 8% e o piso, de 5%. Pelo texto do Senado, as câmaras municipais de cidades com população acima de 8 milhões de habitantes (faixa na qual se inclui hoje apenas São Paulo) terão repasses reduzidos de 5% para 3,5% da receita. Já em municípios com população entre 8 e 3 milhões de habitantes (caso do Rio), os repasses caem de 5% para 4%. Municípios entre 3 milhões e 500 mil habitantes, terão repasses reduzidos de 5% para 4,5%. Na faixa de 500 mil a 300 mil, os repasses vão de 6% para 5%. Em populações entre 300 mil e 100 mil habitantes, de 7% para 6%. Cidades com até 100 mil habitantes terão repasses reduzidos de 8% para 7%. Durante a votação da chamada PEC Paralela dos Vereadores, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) salientou que a PEC que aumenta o número de vereadores é a que está tramitando na Câmara dos Deputados, e que a matéria aprovada no Senado reduz o teto dos gastos das câmaras municipais. O senador Osmar Dias (PDT-PR) disse que o Senado estava votando a redução dos gastos com as Câmaras de Vereadores em R$ 1,4 bi por ano. Eduardo Suplicy (PT-SP) argumentou que a PEC aprovada é disciplinadora e não permitirá aumento de gastos com as câmaras municipaisO senador José Agripino (DEM-RN) também insistiu no fato de que o Senado votou a diminuição de gasto público e não o aumento no número de vereadores. Ele explicou que a nova regra prevê a produção de efeitos a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à sua aprovação. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse que com a aprovação da PEC há agora uma gradação, deixando para os municípios a decisão de estabelecer o número mínimo e máximo de vereadores que querem. Isto, no entanto, observou, não implicará aumento de gastos, pois todas as câmaras terão o teto de gastos reduzido.

Com informações do Imirante.com. Na foto de Geraldo Magela, o presidente do Senado, José Sarney, aparece cumprimentando suplentes de vereadores. Leia mais aqui.

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