Por Sukarno Cruz Torres

“Quando a cabeça não pensa, o corpo padece.” A indecisão é um dos piores sentimentos, e um dos maiores problemas que o ser humano pode ter e, para resolver isso, é necessário ponderar, abrir exceções, ceder e permitir situações muitas vezes alheias aos seus costumes e vontades. Diante de tal explanação vem sempre a pergunta: Como resolver, com a razão ou pela emoção?

Nossos caminhos, quase sempre são norteados por sentimentos diversos que, em resumo, traduzem o quanto as emoções podem influenciar e interferir em nossas decisões. Em contrapartida, a racionalidade é um instrumento quase matemático na escolha de uma ou outra opção.

Razão e emoção devem, sempre que possível, andar o mais próximo entre si na busca de acontecimentos prazerosos, sempre com responsabilidade e senso critico para não ter seu futuro prejudicado por ações impensadas.

Este ano, como sempre em períodos eleitorais, cheio de surpresas, surge uma indecisão quanto ao futuro de Presidente Dutra e da nossa comunidade e, nos levar a ter reações das mais diversas.

A vida é feita de escolhas e em cada uma delas sempre há este duelo entre razão e emoção, consciência e coração, e você muitas vezes precisa abrir mão de um deles. As escolhas não são nada fáceis. Muitas vezes adiamos esta decisão por medo de sofrer ou se arrepender.

O amigo Manoel Frank, relata no seu rico e explicativo artigo, Prostituição Político-Afetiva em Presidente Dutra, alguns dos sentimentos que são observados nos períodos eleitorais e, aqui reproduzo parte do texto:

“Este tipo de atitude é muito comum na região central do Maranhão. As pessoas sentem a necessidade de apego afetivo a determinados líderes políticos. Elas simplesmente assumem uma posição, sem ponderar se a opção é, de fato, a melhor para a cidade. Não analisam o nível de dependência daquele candidato às alianças que fez, tampouco sobre as ambições das pessoas envolvidas em tal aliança.

Acima de tudo, não refletem sobre que tipo de ação tal candidato já fez em prol da cidade. Aqui, em Presidente Dutra – MA, por exemplo, nenhum candidato já tomou uma postura legalmente ofensiva, para resolver o problema da água (a não ser por falácia), tampouco já mobilizou a opinião pública para melhorar a atividade esportiva na cidade.

Mas para não ficar com os prejuízos dos gastos na eleição (seus, ou de seus aliados), certamente já mobilizou seus eleitores.

Afinal de contas, de que adiantaria (do ponto de vista político) esse tipo de atitude? As pessoas, por já estarem ligadas afetivamente aos seus candidatos, certamente vão preferir o que gostam, em detrimento do que precisam. Assim, metaforicamente falando, boa parte dos eleitores são como “prostitutas políticas apaixonadas”. E que fique bem claro, que não estamos generalizando e que tal termo é uma linguagem simbólica!”.

A emoção é algo que nos faz agir por impulso, pensando exclusivamente no bem estar, na alegria momentânea. Esta mesma emoção nos faz chorar, sorrir, enfim, é o sentimento que aflora sem que sejamos racionais.

Por outro lado temos a razão. Agir com a razão é pensar no amanhã, nas conseqüências de uma decisão. A razão nos coloca um freio e diz: ”É melhor arriscar com cautela e medir as conseqüências dos seus atos”.

E você? É razão ou emoção? Quantas vezes você viveu este conflito no trabalho ou na vida pessoal? Quantas vezes você já perdeu o sono tendo que escolher entre esses dois sentimentos?

Independente da escolha a ser feita, saiba que somente você poderá decidir. Então me diga: Razão ou Emoção?

adonias

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COMENTÁRIOS (3)

  1. MARGARIDA !

    25/06/2012

    ENTÃO , NEM RAZÃO E NEM EMOÇÃO , É PRESSÃO MESMO , OU FAZEMOS O QUE ELES DETERMINAM OU DAMOS A CABEÇA À FORCA. DIGO POR QUE SEI E JÁ OUVI TAIS PALAVRAS. E CONHEÇO MUITOS AMIGOS QUE VIVEM NO CABRESTO IRENISTA…

  2. silva

    26/06/2012

    È verdade que o jeová fechou com o raimundinho?

  3. Professora

    26/06/2012

    Esse tipo de comentário, parece com pessoa que vive no cabresto, não sabe escolher seu candidato, por ser assim, acha que todas as pessoas devem ser igual a ela.
    Todo cidadão livre, tem o direito de escolher em quem votar.
    As pessoas que compõem a TERCEIRA VIA são dignas de respeito e consideração.
    TERCEIRA VIA siga em frente com seu projeto. Presidente Dutra agradece.

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