O comerciante Dy, proprietário do Bar de mesmo nome localizado na Praça Gonçalo Barros ao lado da casa lotérica é a mais nova aquisição política da prefeita de Presidente Dutra Irene Soares e seu grupo. É isto mesmo! Dy “pipirou”. A adesão do comerciante aconteceu na semana passada e a festa de comemoração foi no sábado 28/01 no próprio Bar do Dy com a presença de Irene Soares e dúzia e meia de bajuladores e puxa sacos, entre eles o vice-prefeito Zezão e o Presidente da Câmara Itamar Lucena Lima. Faltou gente e sobrou “manguaça” e foguete. Para o foguetório, foram compradas nada menos que quinze girândolas de 460 tiros cada uma no comércio do Carlinhos na feira do mercado central. O foguete comeu solto por boa parte do dia para comemorar a conquista de um único voto. Amigos próximos dizem que Dy só leva o voto dele mesmo. Segundo uma fonte do blog, para conseguir o “precioso” voto do Dy, a prefeita Irene Soares teria alugado o local onde funciona o Bar até o final da campanha eleitoral para funcionamento do comitê do seu candidato a prefeito. De acordo com a mesma fonte, pelo acerto, Dy receberia adiantado uma parte em dinheiro do aluguel do ponto, vai ficar funcionando o bar até o início da campanha, para só depois desocupar e entregar aos coordenadores irenianos. Feito isto, terá que se contentar em vender cerveja em lata numa caixa de isopor na calçada de sua casa.
Só Zoada
Irene Soares não está interessada em conquistar votos, porque não tem mais condições políticas e administrativas para isto. Vivendo um inferno astral dentro e fora do seu próprio grupo, a prefeita quer somente fazer zoada na tentativa de mais uma vez querer impressionar o eleitor desinformado, atitude típica de administradores fracassados e sem prestígio em final de mandato. Explica-se: Alugando as instalações do Bar do Dy para funcionamento do comitê político do seu candidato a prefeito, Irene acredita que o final de todas as manifestações políticas deste ano serão realizadas naquele local, como acontece em todas as campanhas eleitorais, ali se aglomera um grande número de pessoas. Multidão impressiona, e ela acha que isso poderá mudar a cabeça do tão enganado eleitor presidutrense. O tiro poderá sair pela “culatra”. Em conversa com este blogueiro, outros pré-candidatos afirmaram que irão tirar a “Faixa da Gaza”, como é mais conhecido o percurso em frente ao Bar do Dy, do roteiro de suas passeatas e carreatas.
Só para refrescar a cabeça do Dy
Na campanha eleitoral passada, Dy preferiu votar no candidato Juran Carvalho (Ex-PSB hoje PV), o que causou ira nos  partidários da prefeita Irene Soares. Tanto que passaram a persegui-lo em virtude das enormes movimentações promovidas pelos “Patos” (como são chamados os eleitores de Juran) na frente do seu bar. A raiva foi tão grande que no quente da campanha o hoje vice-prefeito Zezão juntamente com os advogados do comitê da então candidata a reeleição Irene Soares ajuizaram na Jusitça Eleitoral Ação contra Dy e seu Bar alegando violência no local. O Bar do Dy ficou fechado por quase uma semana causando-lhe enormes prejuízos na época. Hoje Dy e Zezão são aliados políticos. Depois não venham me dizer que dois “pipiras” (eleitores de Irene) não se bicam. O Bar do Dy que antes era conhecido como o Point dos Patos, agora nada mais é, do que o Ninho das Pipiras.

É pouco provável que algum deputado estadual venha “adoecer” em 2012 abrindo vaga para o suplente de sua coligação. Dois motivos reforçam esta afirmação: O ano eleitoral e a CPI dos 73 milhões. Nenhum deputado estadual vai querer tirar licença para “tratamento de saúde” deixando seu suplente assumir, abandonando suas bases por quatro meses em ano eleitoral. Isto refletiria decisivamente na eleição de 2014. Suponhamos que um deputado se licencie em 01 de março de 2012, por exemplo. Este deputado só voltaria a assumir seu posto novamente em 01 de julho, portanto, no quente da campanha para prefeito. Sem o palanque da Assembléia e distância do governo, este deputado vai perder terreno e a briga por convênios para suas bases eleitorais. E tem ainda uma CPI contra o prefeito João Castelo em pleno funcionamento. A Assembléia Legislativa do Maranhão esta apurando onde foram parar 73 milhões de reais de um convênio celebrado entre a prefeitura de São Luis e o ex-governo Jackson Lago para o setor de saúde e construção do elevado da Cohab. Entre os deputados está a prefeitura de São Luis e o Governo do Estado. E aí? Algum deputado vai ter coragem de “adoecer”?

A última semana foi bastante movimentada dentro do grupo político da prefeita de Presidente Dutra Irene Soares. O principal pivô da confusão, o marido dela Carlos Fialho. No centro do furacão a suplente de deputada estadual Priscylla Sá (PTdoB). Fialho e um parente enrolado da prefeita resolveram “peitar” de frente velhas raposas do grupo, ensaiando uma possível candidatura de Priscylla com apoio de Irene. Foi a gota d’água. Ninguém aceitou a idéia que já tinha até data marcada para lançamento. Segundo informações repassadas ao blog a atitude de Carlos Fialho tem um responsável: o Deputado Estadual Rigo Teles. Os dois não se “cheiram” há muito tempo, Fialho quer ver o deputado pelas costas e longe do grupo. Os mais zangados com a história eram os já lançados pré-candidatos Aristeu Nunes e Biné Soares. Os dois jogaram duro, afirmando que se “Priscylla Sá fosse lançada candidata de Irene, eles estavam fora do grupo”. Foi um Deus nos acuda e a coisa não desmantelou de vez porque os “bombeiros políticos” entraram em cena apagando o fogo e aposentando a idéia. Pelo menos por enquanto.


Irene não respeita seus aliados
“Não se sabe o que se passava na cabeça de Irene Soares para aceitar uma idéia tão maluca com esta inventada pelo seu marido. Temos bons nomes dentro do grupo que podem perfeitamente disputar sua sucessão”, afirmou um irenista de prôa. A pergunta é: Será que Irene Soares respeita seus aliados, aqueles a quem os usou por tanto tempo? Será que aliados como José Nunes Martins, Dionízio Oliveira Pinto, Jarbas Araújo, Orlando Pinto, Itamar e Lindomar Lucena e tantos outros baixariam suas cabeças aceitando Priscylla Sá aterrissar de pára-quedas dentro do grupo e todos terem que bater continência só porque Carlos Fialho queria? Sinceramente, jamais acreditaria nesta hipótese. Nem se Irene estivesse com alto índice de aprovação e não fazendo a administração desastrosa que está fazendo.

Por Helton RCS

Mal o ano eleitoral começa e a movimentação política na cidade que respira a disputa pelo executivo já tem visto coisas incríveis. De surgimento de “super-heróis” instantâneos à disputas internas em grupo político sempre instável, os presidutrenses já têm visto de tudo. E nem pra quem pensa que na vida virtual se está livre dessa “marca presidutrense”, engana-se. Até por lá já se tem visto rastro das “simpáticas” personalidades… É o caso do Gestor Regional de Educação, Biné Soares, mais conhecido como “o queridinho da prefeita” que tem feito da rede social “Facebook” sua porta de entrada ao mundo juvenil que tanto tem se identificado com a novidade em questão. Mas o que dizer da simpatia demonstrada por quem antes nem mesmo dava as caras pelas ruas da cidade a quem faz juras de amor? O que dizer dos “grandes feitos” alardeados seja no seu micro-blogue, em Outdoors enormes pela cidade ou mesmo na emissora da prefeitura pelo simpático jovem em questão? É… Simplesmente não há o que dizer. As coisas são exatamente como Biné Soares disse em uma publicação sua no “Facebook” feita em 18 de agosto do ano passado.

No entanto, havemos de convir que não basta só sonhar, é preciso ter condições para que isso aconteça. E por falar em condições, acho que essa a palavrinha chave para a tão buscada felicidade do cidadão presidutrense. CONDIÇÃO. Todos os presidutrenses na verdade são famintos de condições de vida. Condições de sobrevivência que é exatamente isso que o presidutrense faz: sobrevive, já que viver nas condições dadas pela prefeitura está inteiramente difícil. E o “queridinho da titia” tem luz própria! Ou seria luz herdada? Que seja! O interessante é que o mocinho conseguiu, de uma para outra, ofuscar a imagem do confiante e autodenominado “sucessor” de Irene Soares nas eleições de 2012, Aristeu Nunes, que até meados de Outubro do ano passado ainda sustentara uma suposta pré-candidatura à Prefeitura de Presidente Dutra.
De LELO a BALELO a certeza que se tem hoje é que, como dizem, “a propaganda é a alma do negócio”. Biné Soares sabe bem o que é isso! E que venham as eleições! Que venham as propostas de trabalho e as velhas promessas nunca cumpridas. Que venha o ato político tão lindo na Constituição, mas VERGONHOSO na hora da prática. Com todo o visto até hoje e pelo que haveremos de ver nas eleições de 2012, começo até a crer na tese de que 2012 seja o ano do fim.

Caro Adonias, Obras inúteis existem em todo o mundo. A informação do seu blog, como sempre, é pertinente, mas entendo que, mesmo assim é generosa com a (má) administração pública da cidade. Acredito que o problema do trânsito na rua 28 de Junho e no resto da cidade não esteja simplesmente no “quebra-molas do Zezão”. É público e notório que Presidente Dutra tem problemas mais graves para serem debatidos. Esse “quebra-molas” é um pingo de água no meio do oceano. O que me faz perceber de mais podre no contexto, falando textualmente dessa política que teve um efeito nefasto na economia da cidade, é que temos uma população na total inércia, é a maneira de participação da comunidade que a torna alienada, passível de acomodação cívica, onde estamos sempre esperando acontecer. Disse o poeta: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”. Presidente Dutra é uma cidade que cresce a olhos vistos, simplesmente por força da sua população, sem interferência de grandes projetos ou obras públicas. Não imagino que toda pessoa tenha nascido com o destino de ser idiota. Contudo, a grande maioria consegue essa proeza? “Por que?”, perguntam alguns. A resposta é relativamente simples. Essa resposta está ligada ao tipo de cultura que é cultivada pelos meios de informação em massa, onde tem sempre alguém empurrando goela abaixo para os necessitados de programas políticos, as tais “bolsas-alguma-coisa”. Afinal, para que serve a democracia, a eleição, o voto?… Comenta-se que a política no Brasil, desde a década final do século passado e início deste século e milênio, tem sido a arte de acomodar! Entretanto, o fenômeno não é novo. A cada governo que se instala em Presidente Dutra, os partidos que formam a base de sustentação começam a se acomodar em torno do novo governo, tendo como moeda de troca a nomeação a cargos públicos, para seus agregados partidários. O que nos surpreende e desmoraliza a nossa política partidária é ver partidos de oposição e até líder de governo anterior se acomodarem desbragadamente no leito do poder atual. Ora, isto é trair vergonhosamente o voto que receberam, pois se o eleitor votou no candidato de oposição é porque ele entende que a democracia é o ato de contraditar. Mas, o grande argumento desses politiqueiros em apoiar o poder é o interesse do povo das regiões que representam: “Se for pelo bem da minha região, não hesitarei em oferecer o meu apoio pela governabilidade!”. Nunca é tarde lembrar: A Política e Democracia devem caminhar juntas. “Política compreende a arte de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido político, pela influência da opinião pública, pela aliciação de eleitores.” “Democracia é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos.”

Vocês acreditam que algum motorista é capaz de, trafegando pela Avenida Olavo Sampaio sentido São Luis é capaz de, de repente dobrar a direita e entrar bruscamente em alta velocidade na Rua 28 de Junho?
Ou ainda: Algum motorista tem condições de andar em grande velocidade ao ponto de não poder parar no final da mesma Rua e correr o risco de atravessar o canteiro central da Avenida Olavo Sampaio?
É claro que para qualquer reles mortal isso é impossível, mas para os “gênios da engenharia de tráfego” da Prefeitura Municipal de Presidente Dutra isso é perfeitamente possível, tanto que mandaram construir um enorme quebra-molas na entrada da 28 de junho próximo à Avenida José Olavo Sampaio, quase em frente a casa do vice-prefeito José Nunes Martins o Zezão. Uma obra tão inútil como foram os últimos sete anos de administração Irene Soares. Confira nas fotos abaixo.

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