Na última sexta-feira (28), as instituições financeiras deram mais um passo para simplificar a vida dos brasileiros ao disponibilizar o **Pix por aproximação**. Essa nova modalidade de pagamento promete revolucionar a forma como realizamos transações no dia a dia, trazendo praticidade e agilidade semelhantes ao que já experimentamos com os pagamentos por cartão de crédito contactless.

Mas, afinal, como funciona o Pix por aproximação? E o que ele significa para os consumidores? Vamos explicar tudo neste post!

O Pix por aproximação é uma nova funcionalidade que permite realizar pagamentos instantâneos sem a necessidade de digitar senhas ou acessar o aplicativo do banco. Basta aproximar o celular de um terminal de pagamento habilitado, utilizando a tecnologia NFC (Near Field Communication), presente em muitos smartphones Android.

Essa novidade é especialmente útil para pagamentos presenciais, como em supermercados, lojas e restaurantes, onde a agilidade é essencial. Além disso, o Pix por aproximação pode ser integrado a carteiras digitais, como Apple Pay, Samsung Pay e Google Wallet, ampliando ainda mais as possibilidades de uso.

Como funciona na prática?

De acordo com o Banco Central (BC), o processo é simples e intuitivo. O consumidor precisa:

  1. Cadastrar sua conta: Vincule sua conta bancária a uma carteira digital de sua preferência.
  2. Salvar a conta: Após o cadastro, a conta fica disponível para pagamentos por aproximação.
  3. Aproximar e pagar: No momento do pagamento, basta aproximar o celular do terminal de pagamento, sem precisar abrir o app do banco ou digitar senhas.

O limite padrão para transações por aproximação é de R$ 500, mas o cliente pode ajustar esse valor conforme sua necessidade, diretamente no aplicativo do banco.

Vantagens do Pix por aproximação

  1. Praticidade: Elimina a necessidade de digitar senhas ou acessar o app do banco, tornando o pagamento mais rápido e fluido.
  2. Segurança: Utiliza a tecnologia NFC, que é segura e amplamente testada em pagamentos por cartão contactless.
  3. Integração com carteiras digitais: Pode ser usado em conjunto com Apple Pay, Samsung Pay e Google Wallet, ampliando as opções de pagamento.
  4. Experiência simplificada: Reduz o número de etapas para realizar uma compra, tanto presencialmente quanto online.

Pix por aproximação no e-commerce, funciona?

Além dos pagamentos presenciais, o Pix por aproximação também traz benefícios para as compras online. Agora, os consumidores podem vincular sua conta previamente em lojas virtuais e realizar pagamentos diretamente no ambiente de compras, sem precisar ser redirecionado para outro aplicativo ou aba do navegador. Isso torna a experiência de compra online mais ágil e integrada.

Ambiente regulamentado e Open Finance

O lançamento do Pix por aproximação está alinhado com as novas regulamentações do Open Finance, introduzidas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2024. O Open Finance tem como objetivo promover a padronização e o compartilhamento seguro de dados entre instituições financeiras, garantindo mais transparência e liberdade para os consumidores.

Com os padrões de segurança exigidos pelo Open Finance, o Pix por aproximação oferece uma jornada de pagamento mais fluida e segura, permitindo que os usuários realizem transações sem precisar acessar o app do banco a cada compra.

O Pix por aproximação chega para modernizar ainda mais o sistema de pagamentos instantâneos no Brasil, trazendo conveniência, segurança e agilidade para o dia a dia dos consumidores. Seja em compras presenciais ou online, essa nova modalidade promete simplificar a forma como lidamos com o dinheiro, consolidando o Pix como uma das principais ferramentas financeiras do país.

O Diário Oficial do Município (DOM) de Presidente Dutra trouxe, em sua edição da última sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025, a publicação da demissão de Elisabeth Araújo Cantanhede, conhecida como “Beth”, dos quadros da Guarda Civil Municipal. A decisão foi tomada após determinação do Poder Judiciário, que condenou Elisabeth a 14 anos de prisão em sentença transitada em julgado. A ex-agente já se encontra presa na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Presidente Dutra, onde cumpre pena em regime inicialmente fechado pelo assassinato do jovem Wanderson Sousa Costa, ocorrido na madrugada do dia 18 de julho de 2011.

Relembre o crime que abalou a cidade

O crime ocorreu na madrugada de 18 de julho de 2011, por volta de 1h da madrugada, quando Wanderson Sousa Costa, então com 22 anos, conduzia uma motocicleta pela rotatória próxima à rodoviária de Presidente Dutra. Ele estava acompanhado de Romila Moura Ferreira, sua namorada na época. Segundo a denúncia do Promotor de Justiça Rosalvo Bezerra de Lima Filho, que atuou no caso inicialmente, Elizabeth Araújo Cantanhede dirigia um veículo que colidiu intencionalmente contra a motocicleta de Wanderson e Romila.

O atropelamento não foi um acidente, mas um ato de vingança. Minutos antes, Romila havia se envolvido em uma briga com Mara Ysa Rodrigues de Moraes, amiga de Elizabeth, no “Bar do Leudo”, localizado na Avenida Tancredo Neves. A discussão entre as duas mulheres escalou para agressões físicas, tanto dentro quanto fora do estabelecimento. Após o confronto, Elizabeth teria afirmado que mataria Romila como vingança.

Wanderson e Romila deixaram o bar de motocicleta, mas foram perseguidos por Elizabeth, seu irmão Hendel Araújo Cantanhede e Mara Ysa, que estavam no mesmo veículo. Na rotatória, próxima à rodoviária, o carro dirigido por Elizabeth atingiu a motocicleta por trás, atropelando Wanderson e Romila. No processo, testemunhas relataram que, após o primeiro impacto, Elizabeth teria passado novamente sobre as vítimas, deixando o carro parado em cima delas. Em seguida, todos os ocupantes do veículo fugiram do local.

Wanderson Sousa Costa não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Já Romila Moura Ferreira sofreu lesões graves, que a deixaram em risco de morte e a incapacitaram para atividades cotidianas por mais de 30 dias.

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DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO

No último sábado, dia 22 de fevereiro, a Avenida Tancredo Neves foi tomada por uma multidão animada e cheia de energia com a apresentação do bloco Cururu Folia. A festa, que já virou tradição em Presidente Dutra/MA, mostrou que é possível brincar com responsabilidade e, ao mesmo tempo, fazer a diferença na vida de quem mais precisa.

À frente do bloco, o prefeito Raimundinho da Audiolar e a primeira-dama Fabiana Carvalho deram o tom da alegria, animando a todos com sorrisos e muita disposição. O prefeito Raimundinho destacou a importância do evento, que já se entrou para o calendário cultural da cidade. “Eu gostaria de agradecer a presença de todos aqui nessa grande festa e dizer que nossa gestão não é só trabalho, a gente participa e apoia os blocos de carnaval”, disse Raimundinho.

Pelo sexto ano consecutivo, o Cururu Folia foi uma das atrações que abriram oficialmente o Carnaval da cidade. Mas este ano, o bloco inovou: para ter acesso ao abadá, os foliões doaram um quilo de alimento não perecível. A iniciativa, que arrecadou diversos quilos de alimentos, vai beneficiar famílias carentes do município.

O prefeito da cidade de São José dos Basílios, Ronaldo Vieira, também marcou presença na grande festa. Em entrevista ao Blog de Adonias Soares, ele ressaltou a importância de eventos como o Cururu Folia. “É uma alegria ver a cidade unida em uma festa tão bonita e cheia de significado, o prefeito Raimundinho está de parabéns“, afirmou.

Para garantir uma festa segura, os organizadores contrataram seguranças particulares e contaram com o apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar, que fizeram rondas ostensivas durante todo o evento..

A saúde dos foliões também foi uma preocupação da organização. Em uma barraca montada especialmente para o evento, a Secretaria Municipal de Saúde distribuiu preservativos e orientou o público sobre doenças sexualmente transmissíveis, reforçando a importância da prevenção.

A atração da noite foi ninguém menos que a cantora Samira Show, que subiu ao trio elétrico e levou o público ao delírio com seus sucessos. Antes do show, ela conversou com a nossa reportagem e falou sobre a emoção de participar do Cururu Folia. “É sempre especial estar aqui, sentir a energia dessa multidão e saber que estamos fazendo algo que vai além da festa, que é ajudar quem precisa”, disse a cantora.

O Cururu Folia mais uma vez cumpriu seu papel de levar alegria, cultura e solidariedade à população de Presidente Dutra. A noite foi marcada por muita animação, música e, acima de tudo, um gesto de amor ao próximo.

Os organizadores, comemoram o sucesso desta edição, “o Cururu Folia já se consolida como um dos eventos mais aguardados do Carnaval na região, provando que a verdadeira festa é aquela que contagia não só os corações, mas também transforma vidas. Até o próximo ano, Cururu Folia!”, afirmam eles

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Na noite desta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025, a Guarda Municipal Elizabeth de Araújo Cantanhede, conhecida como “Beth”, foi conduzida por colegas da corporação à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Presidente Dutra, no Maranhão. Ela começa a cumprir pena pelo assassinato do jovem Wanderson Sousa Costa, crime ocorrido em 18 de julho de 2011. Após anos de tramitação judicial, a sentença finalmente foi executada, marcando um novo capítulo neste caso que chocou os presidutrenses e toda região.

A UPR de Presidente Dutra, no entanto, não é uma unidade prisional feminina, o que levanta a possibilidade de que Elizabeth seja transferida nos próximos dias para outra cidade ou até mesmo para São Luís, onde há estabelecimentos penitenciários adequados para mulheres. Enquanto isso, a detenta passou por todos os exames de praxe, incluindo avaliações médicas e procedimentos de segurança, antes de ser encaminhada à cela provisória.

O caso de Elizabeth Cantanhede ganhou grande repercussão ao longo dos anos, não apenas pela gravidade do crime, mas também por envolver uma agente da Guarda Municipal, figura que deveria zelar pela segurança e integridade da população. O assassinato de Wanderson Sousa Costa, um jovem de 22 anos na época, deixou marcas profundas na população e levantou debates sobre abuso de autoridade, impunidade e a necessidade de justiça eficiente.

Agora, com o início do cumprimento da pena, a justiça dá um passo significativo na resolução do caso. No entanto, as marcas deixadas pelo crime continuam a impactar as famílias envolvidas e a sociedade como um todo. A transferência de Elizabeth para uma unidade prisional feminina deve ser definida em breve, conforme as autoridades penitenciárias avaliam o local mais adequado para sua permanência.

Nesta quinta-feira dia 20 de fevereiro de 2025 por volta das 6h da manhã, a Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia de São Domingos do Maranhão e com o apoio operacional da Delegacia Regional de Presidente Dutra, cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra J.A.A. e H.V.O.A., investigados por suposto estelionato contra idosos na cidade de Governador Luiz Rocha/MA. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Primeira Vara de São Domingos do Maranhão, com base no artigo 171, §4°, combinado com o artigo 69 do Código Penal Brasileiro.

De acordo com informações, a dupla abordava idosos na cidade, alegando que eles teriam direito a um “acumulado do governo” em dinheiro, sem custos. Sob esse pretexto, os suspeitos coletavam documentos pessoais, assinaturas e fotografias das vítimas, utilizando essas informações para realizar empréstimos em nome dos idosos. As vítimas só percebiam o golpe quando viam descontos indevidos em suas aposentadorias no mês seguinte.

Após denúncias de algumas vítimas, o delegado titular da Delegacia de São Domingos do Maranhão, Denis Lopes solicitou judicialmente a prisão preventiva dos investigados, além de mandados de busca e apreensão em seus endereços. Com a decisão favorável da Justiça, duas equipes da Polícia Civil foram até Governador Luiz Rocha na manhã desta quinta-feira 20/02/2025 e prenderam J.A.A., de 63 anos, e H.V.O.A., de 27 anos.

Durante a operação, foram apreendidos dois carros, uma motocicleta, quatro celulares e cartões bancários, que podem ter sido utilizados na prática dos crimes. A Polícia Civil acredita que o número de vítimas possa chegar a cem e espera que outras pessoas afetadas pelos golpes compareçam à delegacia para registrar boletins de ocorrência.

Números da Operação

– Prisões: 2 (J.A.A., 63 anos, e H.V.O.A., 27 anos)
– Objetos apreendidos: 2 carros, 1 motocicleta, 4 celulares e cartões bancários

Segundo o delegado Denis Lopes, a Polícia Civil continua investigando o caso e convida outras possíveis vítimas a comparecerem à delegacia para contribuir com as investigações.

Na última segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025, a Primeira Promotoria de Justiça, representada pelo Promotor Clodoaldo Nascimento, encaminhou ao Juízo da 1ª Vara da Comarca de Presidente Dutra um pedido para a expedição de mandado de prisão contra a Guarda Civil Municipal Elizabeth Araújo Cantanhede, conhecida como “Beth”. O motivo? O assassinato do jovem Wanderson Sousa Costa, ocorrido em 18 de julho de 2011. Neste caso que chocou a população de Presidente Dutra, no Maranhão, na época, a Justiça pode dar um passo decisivo para garantir que a responsabilização pelo crime seja finalmente cumprida.

O caso, que já completou mais de uma década, ficou mais grave após o trânsito em julgado da sentença, o que significa que todas as possibilidades de recurso foram esgotadas. Agora, o Ministério Público Estadual requer a execução penal definitiva, incluindo a expedição do mandado de prisão e o cumprimento da pena pela acusada. Além disso, a sentença prevê a perda do cargo público de Guarda Municipal ocupado por Elizabeth, e o MP solicitou ainda que o Município de Presidente Dutra tome as providências necessárias para garantir o cumprimento dessa determinação.

Relembre o caso

O crime ocorreu na madrugada de 18 de julho de 2011, por volta de 1h da madrugada, quando Wanderson Sousa Costa, então com 22 anos, conduzia uma motocicleta pela rotatória próxima à rodoviária de Presidente Dutra. Ele estava acompanhado de Romila Moura Ferreira, sua namorada na época. Segundo a denúncia do Promotor de Justiça Rosalvo Bezerra de Lima Filho, que atuou no caso inicialmente, Elizabeth Araújo Cantanhede dirigia um veículo que colidiu intencionalmente contra a motocicleta de Wanderson e Romila.

O atropelamento não foi um acidente, mas um ato de vingança. Minutos antes, Romila havia se envolvido em uma briga com Mara Ysa Rodrigues de Moraes, amiga de Elizabeth, no “Bar do Leudo”, localizado na Avenida Tancredo Neves. A discussão entre as duas mulheres escalou para agressões físicas, tanto dentro quanto fora do estabelecimento. Após o confronto, Elizabeth teria afirmado que mataria Romila como vingança.

Wanderson e Romila deixaram o bar de motocicleta, mas foram perseguidos por Elizabeth, seu irmão Hendel Araújo Cantanhede e Mara Ysa, que estavam no mesmo veículo. Na rotatória, próxima à rodoviária, o carro dirigido por Elizabeth atingiu a motocicleta por trás, atropelando Wanderson e Romila. No processo, testemunhas relataram que, após o primeiro impacto, Elizabeth teria passado novamente sobre as vítimas, deixando o carro parado em cima delas. Em seguida, todos os ocupantes do veículo fugiram do local.

Wanderson Sousa Costa não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Já Romila Moura Ferreira sofreu lesões graves, que a deixaram em risco de morte e a incapacitaram para atividades cotidianas por mais de 30 dias.

A longa espera por justiça

O caso, que ficou marcado pela brutalidade e pela alegação de que o crime foi cometido por motivação pessoal, seguiu um longo caminho até chegar ao trânsito em julgado. A demora na resolução do processo judicial mostra os desafios enfrentados pelo sistema de Justiça brasileiro, mas também a persistência do Ministério Público e da família de Wanderson em buscar uma conclusão.

Com o pedido de expedição do mandado de prisão, a expectativa é que Elizabeth Araújo Cantanhede seja finalmente responsabilizada pelo crime e presa. A perda do cargo público, conforme determinado na sentença, também é um ponto importante, já que reforça a mensagem de que agentes públicos não estão acima da lei.

O assassinato do jovem Wanderson Sousa Costa, que era filho único de um casal de evangélicos, é um triste exemplo de como discursões pessoais banais podem terminar em tragédias irreparáveis para as duas famílias. A violência, motivada por vingança, não só tirou a vida de um jovem, mas também deixou marcas profundas na família e na população de Presidente Dutra. Por medo de sofrer ameaças, os pais de Wanderson foram obrigados a se mudar para o Povoado Nazaré, Zona Rural da cidade de Santa Filomena no Maranhão, onde hoje comandam uma pequena comunidade evangélica.

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PETIÇÃO MP – Elizabeth Cantanhede

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