A madrugada deste domingo (24) mais uma vez deixou a PM do Maranhão de luto, o policial militar Reginaldo Costa foi assassinado a tiros dentro de um bar na entrada do povoado Ingá, em Cantanhede, município distante 154 km de São Luís.
Segundo informações preliminares, Reginaldo participava de uma festa quando, por volta das 2h da manhã, discutiu com um homem. A briga virou luta corporal e, em um desfecho trágico, o suspeito conseguiu tomar a arma do policial e disparou cerca de doze vezes. A vítima morreu no local, sem chance de defesa.
O assassino fugiu e, até o momento, não foi capturado. A polícia realiza buscas, mas o fato é que mais uma vez vemos um crime que expõe a fragilidade da segurança pública e a ousadia dos criminosos. O que deveria ser um momento de lazer terminou em uma execução em plena madrugada.
Esse caso deixa uma ferida aberta: como é possível que um policial, treinado e armado, tenha sua vida interrompida dessa forma? E pior: que a violência avance até o ponto em que a própria figura da lei, mesmo fora do serviço, se torne alvo tão fácil?
A população de Cantanhede está chocada, e não é para menos. A morte de um policial não atinge apenas sua família e colegas de farda, mas toda a sociedade, que se vê ainda mais refém de uma criminalidade cada vez mais ousada e impiedosa.
Enquanto o autor desse crime bárbaro não for preso, permanece a sensação de insegurança e de impunidade que infelizmente já virou rotina no Maranhão.
