
A noite de 25 de janeiro 2018, será uma data jamais esquecida pelo meio campo Ulisses Alves Viana,” o iluminado” 34 anos jogador do Cordino. Ulisses foi escolhido por um júri técnico formado por jornalistas e radialistas que trabalham na cobertura esportiva na TV Mirante, Rádio Mirante AM, Imirante, O Estado e Globoesporte.com. como o melhor atleta do ano de 2017, e melhor da temporada em sua modalidade, o futebol profissional, pela votação dos internautas. Essa premiação a Ulisses no decimo terceiro troféu Mirante, não é uma simples premiação, é o reconhecimento de um talento que tem desfilado pelos gramados dos estádios por onde Ulisses tem atuado. Não por acaso, Ulisses é hoje o maior ídolo da história do Cordino, tri artilheiro do campeonato maranhense atuando com a camisa da onça, 2012 (16 gols) 2016 (13 gols) e 2017 (16 gols), esse aproveitamento se torna mais relevante, tendo em vista que Ulisses atua pelo Cordino, uma equipe que não possui a mesma estrutura das equipes consideradas grandes do nosso futebol, o número de jogos disputados muitas das vezes é inferior aos de seus adversários diretos pela artilharia, mesmo assim, o índice de aproveitamento do atacante é algo que encanta e impressiona a quem gosta de futebol. Aos 34 anos, Ulisses já entrou para a galeria dos grandes artilheiros do futebol maranhense e brasileiro. Ulisses igualou a marca de craques como Bacabal, Cabecinha e Mascote e entra para a seleta lista de tri-artilheiros do futebol maranhense. A frase do iluminado Ulisses revela o caráter e a pessoa humana que ele é. ” Por onde a gente passar tem que honrar a camisa. Jogar por amor, que é o que no futebol está faltando. Eu jogo no Cordino e é bom e me sinto bem lá. As coisas acontecem diante de tanto trabalho e exemplo disso é mais este troféu‘ (Ulisses). Eu Dalvino Barbosa, responsável pela página de esporte deste blog, parabenizo o artilheiro Ulisses e toda torcida do Cordino, em especial aos membros da torcida “Fúria da Onça ” que sempre esteveram apoiando o cordino ao longo de sua história.
Por Dalvino Barbosa.