Do Imirante.com

SÃO LUÍS – Em assembleia, realizada na tarde desta sexta-feira (6), no Convento das Mercês, os professores da rede estadual de ensino decidiram manter a greve que se arrasta desde o dia 16 de março.  O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) recebeu uma nova proposta do governo do Estado, que foi encaminhada para votação da categoria. Segundo o Sinproesemma, a categoria rejeitou a proposta porque os pontos contemplados não têm datas para serem postos em prática. Apenas um ponto não foi contemplado, que é o reajuste salarial imediato. Segundo o governo do Estado, é impossível garantir essa reposição salarial no momento, já que depende, também, de uma negociação com o Ministério da Educação. Ponto importante que consta na proposta encaminhada pela Secretaria de Educação do Estado (Seduc) diz respeito à reposição dos descontos dos dias parados no salário dos professores. Contudo, não há data para isso ocorrer. Para o sindicato, deve ficar claro quando isso será feito. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), diante das tentativas de negociação e da intransigência do sindicato, as determinações judiciais serão postas em prática a partir de segunda-feira (9). O Sinproesemma informou que vai pedir uma nova proposta, desta vez com datas e prazo, à Seduc. Outras assembleias serão feitas em municípios do interior do Estado até a próxima semana. Depois da assembleia, que foi realizada no Convento das Mercês, os professores fizeram passeata pela rua das Cajazeiras, no Centro, e montaram acampamento em frente À Seduc.

Matéria atualizada às 19h18.

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