Para quem achava que a governadora do maranhão Roseana Sarney esteve somente no quartel da Polícia Militar na Cohab onde, segundo alguns invejosos com dor de cotovelo, disseram que ela se “aquartelou” pra não enfretar o povo, eis aí uma prova cabal da popularidade da nossa governadora. Os vídeos foram gravados durante a visita que Roseana fez ao Líder Político Juran Carvalho e seus amigos na Chácara Arapuá.
Juran agradece as obras que Roseana trouxe pra o município
Roseana: “O político não tem horário, o político vai onde o povo está”
Roseana diz que não tem medo de enfrentar seu povo porque sabe que tem serviços prestados ao Maranhão.
Roseana queria parar o discurso e o povão não deixou.
Roseana fala das ações do governo para Presidente Dutra.

adonias

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COMENTÁRIOS (2)

  1. arapuá

    09/05/2010

    a governadora chegou no quartel e tava aquele povão,muitos prefeitos e suas comitivas depois ela foi ver aquela maravilha de hospital que tava rodeado de vacas(materno-infantil),aí foi pra gerencia onde os prefeitos foram atendidos,depois foi pra casa da pseudo-prefeita irene sereno,como os prefeitos já tinham sido atendidos foram embora e a casa da prefeitinha foi ficando vazia;de lá foi a casa do sempre simpatico raimundinho da audiolar,nesse itinerário ela gastou mais ou menos 3 horas.meu amigo aí ela chegou na chacará arapuá,carro na beira da pista pq não cabia mais dentro, dela gente saido pelo ladrão,tudo que ela queria na vida armaram o palanque e a mulher fez sua parte,detalhe foi sair de lá mais de 3 da tarde sendo que ela chegou meio-dia.tirem então suas conclusões.

  2. Hernane Silva

    14/05/2010

    Cada povo tem o governo que merece!

    Roseana Sarney Murad, socióloga, política, nascida em 1 de Junho de 1953.

    Deputada Federal nos anos de 1991 a 1994, Roseana liderou uma bancada de Deputados que tinha como escopo o afastamento do então Ex-presidente da República Fernando Collor – (hoje grande amigo da mesma, e do intransponível José Sarney.)

    Em 1994, foi eleita governadora do Estado do Maranhão, entrando assim para a história como a segunda mulher a assumir o cargo no país. Vale lembrar que a primeira mulher a alcançar tal façanha, todavia, foi a senhorita Iolanda Lima Fleming, quando assumiu o governo do Estado do Acre ( 1986 a 1987 – curto período.)

    Um pouco mais tarde, mas precisamente em 2001, foi indicada como pré-candidata a presidente do Brasil pelo extinto PFL (hoje conhecido como Democratas ou partido do ex-governador cassado do DF, Jose Roberto Arruda), chegando a assumir a segunda colocação na corrida presidencial.

    Entretanto, (para o bem da nação brasileira, bem esse que a população Maranhense não tem faz uns 30 anos, desde que o oligárquico José Sarney assumiu e nunca mais deixou o poder, mesmo atuando fora do Estado), a Polícia Federal, uma das instituições mais competentes, mais eficientes do país, desencadeou uma operação que desarticulou um grande esquema de corrupção envolvendo a empresa Lunus Participações, da qual era sócia. A operação foi muito festejada por aqueles que gostam da justiça.

    A operação, na realidade, desarticulou um grande esquema de corrupção envolvendo a empresa Lunus Participações, da qual ela era sócia, com a descoberta de R$ 1.340.000,00 não-declarados. Na ocasião, o seu então ex-marido, Jorge Murad Junior, até que tentou explicar o inexplicável, qual seja a origem e a destinação da “bagatela”, tarefa que não teve êxito, tendo em vista que as pesquisas seguintes apontaram uma perda de pontos vertiginosa, perdendo assim a sua grande chance de afundar o país.

    Mesmo diante de tal escândalo, Roseana conseguiu ser eleita Senadora pelo Estado do Maranhão, no mesmo ano. Lamentável.

    Em 16 de Abril de 2009, para a infelicidade do povo Maranhense, o TSE – Tribunal Superior Eleitoral – confirmou a cassação do mandato do governador Jackson Lago e seu vice, Luís Porto, para então assumir Roseana. Também não tem o menor apreço pela figura do Jackson Lago, pelo contrário, eu o acho um tremendo crápula. O que o TSE fez, na verdade, foi trocar “seis por meia dúzia”.

    Salvo melhor juízo.

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